A Evolução do Lacre Plástico

A Evolução do Lacre Plástico

A primeira geração de lacres de segurança era composta de cera, argila ou resina, derretidos em pasta com a utilização do calor (para a cera) e da umidade (para a argila). Uma vez amolecido, o material era derramado em cima de um fio de selagem e prensado com uma estampa em relevo, do tipo anel do rei. O sistema era facilmente violado com o emprego de calor e vapor, e tornado a fechar sem deixar nenhum vestígio.

A segunda geração de lacres de segurança era manufaturada em metais maleáveis, tais como o chumbo e estanho que eram posteriormente marcados e selados com um alicate. Devido à maleabilidade do material, violadores abriam e fechavam os lacres sem deixar nenhuma marca de violação.

A terceira geração trouxe duas grandes inovações; a produção de lacres plásticos lisos e a sua posterior identificação com numeração individual, feita em hot-stamp. No entanto, esses selos estavam sendo substituídos por outros com a mesma numeração, forjada apartir de um lacre liso.

A ELC introduziu a quarta geração de lacres com um conceito totalmente inovador: lacres plásticos com numeração em alto relevo, moldados durante o processo de  fabricação. Cada selo é identificado pelo seu número de série, da mesma maneira que cada ser humano é identificado pela sua impressão digital. Não existe nenhuma maneira de substituir um lacre por outro com a mesma identificação.

Paralelamente, a ELC desenvolveu o mais novo sistema de numeração chamado “In Mold Label”, no qual números, código de barras e logomarca do cliente são impressos a laser em papel fundido à lamina do lacre durante o processo de fabricação. Digito verificador e códigos de barras reduzem erros de transcrição a zero, maximizando a segurança.

Policarbonato, um Lacre para o Novo Milênio

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